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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Nua


Nua nasceu da necessidade de entender
Porque postando "Crua" eu me deixei ali, transbordei muito de mim nas linhas e me sobrou leveza. Mas também uma vulnerabilidade que impulsionou uma maior necessidade de me expressar



quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Crua

Crua é aquele instante que resume
É a tentativa de explicar o que sou, a evidência da minha tristeza e confusão...um retrato claro da crise constante que assombra meu existir.
Porque eu me questiono, me reinvento, me desconheço. Sou.

domingo, 8 de outubro de 2017

Igual em essência


Minhas emoções não aguentam mais viver somente dentro de mim e, ás vezes, resolvem se mudar para essas colagens e poeminhas doidinhos feito por culpa da confusão ou da saudade.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

meu corpo é sempre brasa e abismo

Estou trabalhando em um projeto pessoal da destruição (do livro "Passeio", de Renato Rezende) para construção do meu caderninho, para exteriorização do meu íntimo. Essa é uma das colagens, lê-se poema, que estou tomando coragem para compartilhar:


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Releio-te

E bagunço tudo
nessa mania
de te repetir

vasculho tuas páginas
[
no meu peito]
e descanso em palavras
que já são cinzas

vejo o vento levar
teus capítulos que revivo
[na minha mente]
e me perco em linhas
que
já se apagaram.

Não tem mais teu espaço aqui.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Cigarros

nas tardes cinzas de quinta
envolvo a fumaça
exalo saudade

a ansiedade
fundida ao desejo
transforma 
meus dias
em ne
uroses sem fim

coloco um cigarro no lábio
mas no meio do trago
mentalizo um
 pedido

desejo do fundo do peito
que esse seja o último
antes de [finalmente]
por na boca...



...você.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Porque não existe mais (ou por algum tempo) canela e açúcar

Resultado de imagem para são tempos difíceis para os sonhadores

Independente de ter conhecimento de minha incapacidade, eu sempre apreciei a escrita e (até por esse motivo) alimentei o hábito de realiza-la.
Acho que sempre senti demais, sempre tive um turbilhão de coisas no meu peito e na minha mente...de certa forma, era meu combustível. Agora, por outro lado, a mesma característica que me conduzia a arte é a que me bloqueia e me afasta cada fez mais dela. Me paralisa.
Parece que me deixei preencher pelos sentimentos errados e infelizmente, nem sobre meu maior mal (que também atua como minha companhia constante) consigo desenvolver algo que seja suficiente para expressar o que sinto, ajudar-me de alguma forma e/ou atualizar o blog. Portanto, acredito que essa postagem seja a última (talvez só por algum tempo) aqui.

ps.: eu sou bem dramática mesmo e imagino que ninguém mais se incomode com isso, mas significa muito pra mim e achei que deveria escrever isso...de algum modo, abandono aqui parte do meu ser.